28 janeiro, 2025

O Futuro da Tupperware: O Que Está a Acontecer?

Nos últimos tempos, tenho acompanhado várias notícias sobre a Tupperware e, sinceramente, a história desta icónica marca tem-me feito refletir bastante.

Primeiro, surgiram os relatos de que a empresa norte-americana estaria à beira da falência. Depois, a notícia de que a fábrica em Portugal ia encerrar caiu como um balde de água fria – significaria o desemprego para cerca de 200 pessoas e dificultaria o acesso aos produtos para quem ainda é fã da marca no país. Mas eis que surge uma reviravolta: um grupo de compradores portugueses fez uma proposta para adquirir a fábrica. Será que esta compra vai mesmo avançar? E, mais importante, será que manterão a qualidade que sempre diferenciou a Tupperware?

Esta situação fez-me viajar no tempo e levantar algumas questões:

  • Será que as pessoas ainda se lembram da origem da Tupperware e de como começou a ser vendida?
  • Quantas pessoas ainda conseguem distinguir uma verdadeira Tupperware das inúmeras caixas plásticas que inundam o mercado hoje?

A verdade é que, desde o seu surgimento nos anos 50, os plásticos evoluíram imenso. Muitos tornaram-se visualmente semelhantes ao material da Tupperware, mas será que oferecem a mesma durabilidade e qualidade?

A grande diferença da Tupperware sempre esteve na sua inovação, resistência e na forma como conquistou gerações. No entanto, com o tempo, este valor intrínseco foi-se perdendo – não porque os produtos tenham piorado, mas porque deixaram de estar tão acessíveis.

E isso leva-me a um pensamento inevitável: e se a marca tivesse apostado em lojas físicas em Portugal? Não tenho dúvidas de que venderiam muito mais. Afinal, quem nunca ficou fascinado com o icónico “click” ao fechar uma tampa Tupperware?

Seja qual for o futuro da marca, espero que a qualidade se mantenha. Porque há coisas que simplesmente não deveriam desaparecer.

Tupperwares


03 novembro, 2024

Funil de vendas

O funil de vendas é uma representação do processo pelo qual os consumidores passam desde o primeiro contacto com uma certa empresa/marca até se tornarem seguidores leais dessa marca. 

As 4 fases principais são:

Awareness

Consideration

Conversion

Loyalty


1 - Awareness ou sensibilização

Nesta fase, o cliente tem o primeiro contacto com a marca. As estratégias utilizadas incluem campanhas de marketing digital, anúncios em redes sociais, blogs e conteúdo informativo que atraem a atenção do público-alvo. É fundamental que a mensagem seja clara e impactante, para que os potenciais clientes reconheçam a marca e as suas ofertas.


2 - Consideration ou consideração

Após a sensibilização, o possível cliente entra na fase de consideração, em que começa a ponderar várias opções disponíveis. É quando as pessoas começam a explorar a sua empresa e a descobrir o que a torna diferente da concorrência. Para o cliente nesta fase, é importante fornecer informações detalhadas sobre os produtos ou serviços, como benefícios, diferencias ou depoimentos de clientes. Estratégias como e-books, webinars ou comparações de produtos são eficazes para ajudar os consumidores a compreender melhor as soluções oferecidas.


3 - Conversion ou conversão

Esta é a fase em que o consumidor decida realizar a compra. Aqui, as estratégias devem ser focadas em facilitar essa decisão, oferecendo incentivos como descontos, garantias ou CTA claros. É essencial que o processo de compra seja simples e intuitivo, para que os clientes não abandonem o carrinho. O acompanhamento pós-compra também é importante para proporcionar uma experiência positiva.


4 - Loyalty ou fidelização

Nesta fase, é importante manter o cliente ligado à marca e envolvido com ela. Estratégias de marketing de relacionamento, como programas de fidelidade, newsletters e atendimento ao cliente de qualidade, são essenciais para cultivar a lealdade. Um cliente fiel não só regressa para outras compras, mas também se torna um defensor da marca, recomendando-a a amigos e familiares.


O conteúdo orgânico nas redes sociais é útil para nutrir as ligações com os clientes através de comunicação e construção de relações.

Anúncios nas redes sociais, por outro lado, são melhores para aumentar a consciencialização da marca, alcançar audiências específicas, e aumentar as conversões.




24 outubro, 2024

Criação de página no Facebook

Estás a dar os primeiros passos no mundo dos negócios? Criar uma página profissional de Facebook é essencial para destacar a tua marca e alcançar o teu público-alvo. Portanto, para divulgar qualquer empresa/negócio, deve ser criada uma página no Facebook.

Etapas para criação página Facebook:




A seguir, é preciso preencher as informações da página.

Primeiro, é preciso escolher nome e categoria que reflitam melhor o seu negócio, e escrever uma descrição adequada. Se preferir, pode escrever a descrição mais tarde.


A seguir, é necessário escolher a foto de perfil e a foto de capa. 

Escolha a foto de perfil e a foto de capa para a sua página é uma tarefa importante, pois essas imagens poderão ser a primeira impressão que muitas pessoas terão da sua empresa. 

A foto de perfil deve ser o logótipo da empresa. Já a foto de capa oferece mais espaço para criatividade. Pode ser por exemplo um design gráfico que você criou, ou até mesmo uma citação inspiradora que represente os valores da empresa. Lembre-se de que ambas as fotos devem estar em boa resolução e seguir as diretrizes da plataforma para garantir que pareçam profissionais e atraentes.



Depois, criar call to action (CTA) e username. O CTA deve ser de acordo com o objetivo para o qual a página foi criada




A seguir, é começar a publicar!


Anúncios no Meta (Facebook e Instagram)

O Facebook e o Instagram são as redes sociais mais usadas hoje em dia, com milhões de utilizadores, oferecendo muitas oportunidades para quem trabalha ou quer trabalhar com marketing digital.

Para criar anúncios no Facebook e no Instagram, é preciso primeiro criar uma página profissional no Facebook. Os anúncios ficam associados à página. 

Investir em anúncios no ecossistema do Facebook tem várias vantagens como: propagação dos anúncios em várias plataformas e locais, detalhes da segmentação, mais notoriedade e interação, eficiente para conversões e vendas.

Os anúncios devem ser principalmente imagem, e não devem ter muito texto. É recomendado que não tenha mais de 20% de texto.

Em primeiro lugar escolhe-se qual é o objetivo. Podem ter vários objetivos diferentes, dependendo de se pretende alcançar utilizadores no início do funil de vendas, no meio ou mais próximo do fim.

Os principais objetivos que as campanhas no Facebook podem ter são:

- Divulgar a marca: aumentar a divulgação da marca;

- Alcance: mostrar o anúncio a um número máximo de pessoas; 

- Tráfego: encaminhar mais pessoas para sítios dentro ou fora do Facebook, como sites, apps, ou conversas no Messenger;

- Interação: obter mais interações com a publicação, gostos da página, respostas a eventos ou outras reações;

- Visualizações do vídeo: promover um vídeo publicado diretamente no Facebook, para obter mais visualizações;

- Gerar leads: obter automaticamente dados do utilizador, com preenchimento automático que mostre interesse;

- Mensagens: fazer com que mais pessoas enviem mensagens;

- Conversões: alcançar mais objetivos no site ou na App;

- Vendas do catálogo de produtos: mostrar automaticamente os catálogos de produtos, com base num determinado público-alvo;

- Visitas à loja: fazer com as pessoas que estiverem nas proximidades de alguma loja vejam os anúncios e visitem a loja.


 De seguida, define-se o orçamento. Há várias estratégias possíveis.

 Podemos definir a atribuição do orçamento para publicidade ao nível da campanha, ou definir orçamentos individuais para grupos de anúncios que partilham a mesma estratégia de definição do público-alvo, também conhecidos como conjuntos de anúncios. 


A seguir, configuram-se os anúncios dentro dessa campanha, definindo a segmentação do público que vai ver os anúncios, a data de início e de fim, os locais de publicação.

Ao definir a segmentação do público, escolhe-se: 

  • localização, 
  • dados demográficos, 
  • definições detalhadas do público-alvo, 
  • e ligações Facebook (para direcionar anúncios aos fãs da página ou exclui-los)

Anúncios no Facebook:



O Facebook organiza os objetivos em vários grupos:







A segmentação do público é um dos pontos-fortes da plataforma e pode ser feita de diferentes maneiras.
 
  • Segmentação demográfica:
Permite escolher características específicas do público-alvo, como idade, género, estado civil, educação, ocupação, localização, idiomas falados

  • Segmentação geográfica: 
Países, regiões, cidades ou até um raio específico em torno de uma localização, inclusão ou exclusão de determinadas áreas
Inclusão ou exclusão de determinadas áreas

  • Segmentação por Interesses
Baseia-se no comportamento online dos utilizadores, incluindo:
🎯 Interesses gerais (fitness, nutrição, viagens, tecnologia, moda, etc.)
🎯 Páginas e conteúdos que seguem no Facebook e Instagram
🎯 Atividades e hobbies
  •  Segmentação por Comportamento
Considera as ações que os utilizadores realizam na plataforma, como:
⚡ Compras online recentes
⚡ Tipo de dispositivo usado (iOS, Android, desktop)
⚡ Viajantes frequentes ou pessoas que recentemente viajaram


  • Público Personalizado (Custom Audience)

Permite alcançar pessoas que já interagiram com o teu negócio, incluindo:
🔹 Visitantes do teu site (através do Pixel do Facebook)
🔹 Lista de emails ou contactos de clientes
🔹 Pessoas que interagiram com a tua página ou perfil no Instagram


  • Público Semelhante (Lookalike Audience)
O Meta encontra utilizadores que tenham características semelhantes ao teu público personalizado, ajudando a alcançar novas pessoas com interesse no teu negócio.


  •  Segmentação por Conexões

Permite direcionar anúncios para:
👥 Pessoas que seguem a tua página no Facebook ou Instagram
👥 Amigos das pessoas que já seguem a tua página
👥 Excluir seguidores existentes para alcançar novos públicos





21 julho, 2024

Fontes de tráfego para o site

 Pode haver várias fontes de tráfego para o site ou blog:

Directo - é quando os utilizadores escrevem o endereço do site directamente no browser, por exemplo, por já o terem visitado muitas vezes

Orgânico - tráfego obtido através de técnicas de SEO, o site tende a aparecer nas pesquisas

Google Ads - ao investir em anúncios, estes aparecem nas pesquisas em destaque 

Redes Sociais - obtenção de tráfego através das publicações nas redes sociais

Anúncios nas redes sociais - tráfego proveniente de anúncios pagos nas redes sociais

E-mail marketing - tráfego com origem em campanhas de e-mail, newsletter ou outros.


O Speedo é um dos sites que permite obter estas informações.



04 julho, 2024

Dicas para publicar vídeo no Youtube

Publico ocasionalmente vídeos no meu canal do Youtube. É uma plataforma que pode ser usada para divulgar negócios, partilhando os vídeos noutra rede social, por exemplo, no Facebook.

A seguir estão algumas dicas para quem estiver a planear começar a fazê-lo:

1 - O título e a descrição devem conter palavras relevantes


2 - A thumbnail ou miniatura selecionada deve ser escolhida criteriosamente:


A imagem que o Youtube seleciona automaticamente pode não ser a que quem fez o vídeo considera mais adequada/representativa do vídeo.

Quem publica o vídeo pode escolher outra da lista ou fazer upload de uma imagem (desde que tenha as mesmas dimensões). 


3 - Se quisermos pôr música no vídeo, uma maneira de assegurarmos que o Youtube não vai dizer que a música tem direitos de autor é acedermos à biblioteca de áudio, fazermos download de excertos de áudio de lá, e depois pormos um deles no vídeo. 


4 - Permite publicar imediatamente ou agendar. 

Também há outra funcionalidade: a estreia instantânea. Significa que aparece uma página de visualização a indicar daí a quanto tempo o vídeo será publicado, em vez de ficar disponível e poder ser visto imediatamente.



E chegou o momento de publicar!

O Futuro da Tupperware: O Que Está a Acontecer?

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